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Roberto Bacarat, diretor da RHS e especialista em pregão eletrônico, informa à coluna que essa nova modalidade de licitação pública, embora não se adapte às concorrências para contratação de agências de propaganda, terá, sim, impacto na prestação de serviços publicitários aos governos. A partir da adoção obrigatória do pregão eletrônico,

Governos ampliam uso de pregão eletrônico

Em Minas, compras públicas via Internet movimentaram R$ 2 bilhões, a maioria em medicamentos. Seminário pretende ampliar assunto Representantes dos governos federal e estaduais vão incentivar a ampliação do uso de preção eletrônico como forma de reduzir as fraudes nas licitações públicas no país. No lugar das licitações tradicionais, entra

Seminário vai mostrar as vantagens do sistema

Hoje, às 9 horas, no Hotel Mercury Accor, haverá uma coletiva para o lançamento do 5° Seminário Internacional de Compras Governamentais a realizar-se em setembro. Alguns dos participantes são a secretária adjunta da Secretaria de Planejamento e Gestão. Renata Vilhena, Adriana Castro advogada da Diretoria de Logística e Informação do

Decreto n° 5504, de 5 de agosto de 2005 (Federal)

Estabelece a exigência de utilização do pregão, na forma eletrônica, para entes públicos ou privados, nas contratações de bens e serviços comuns, realizadas em decorrência de transferências voluntárias de recursos públicos da União.

Lei n° 9.433, de 01 de março de 2005

Dispõe sobre as licitações e contratos administrativos pertinentes a obras, serviços, compras, alienações e locações no âmbito dos Poderes do Estado da Bahia e dá outras providências.

Fornecedores da União aumentaram 42%

Nos últimos dois anos, uma lenta revolução vem ocorrendo no governo federal na hora de realizar suas licitações. As mudanças são importantes porque aumentaram de forma significativa o número de fornecedores do governo e reduziram os custos das compras governamentais em até 30%. No ano passado, apenas a administração direta

Lei n° 11.077, de 30 de dezembro de 2004

Altera a Lei no 8.248, de 23 de outubro de 1991, a Lei no 8.387, de 30 de dezembro de 1991, e a Lei no 10.176, de 11 de janeiro de 2001, dispondo sobre a capacitação e competitividade do setor de informática e automação e dá outras providências.

 


       

 

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

        Art. 1o Os arts. 3o, 4o, 9o, 11 e 16-A da Lei no 8.248, de 23 de outubro de 1991, passam a vigorar com as seguintes alterações:

“Art. 3o …………………………………………………………………

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§ 3o A aquisição de bens e serviços de informática e automação, considerados como bens e serviços comuns nos termos do parágrafo único do art. 1o da Lei no 10.520, de 17 de julho de 2002, poderá ser realizada na modalidade pregão, restrita às empresas que cumpram o Processo Produtivo Básico nos termos desta Lei e da Lei no 8.387, de 30 de dezembro de 1991.” (NR)

“Art. 4o …………………………………………………………………

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§ 1o-A …………………………………………………………………..

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IV – redução de 80% (oitenta por cento) do imposto devido, de 1o de janeiro de 2004 até 31 de dezembro de 2014;

V – redução de 75% (setenta e cinco por cento) do imposto devido, de 1o de janeiro até 31 de dezembro de 2015;

VI – redução de 70% (setenta por cento) do imposto devido, de 1o de janeiro de 2016 até 31 de dezembro de 2019, quando será extinto.

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§ 5o O disposto no § 1o-A deste artigo não se aplica a microcomputadores portáteis e às unidades de processamento digitais de pequena capacidade baseadas em microprocessadores, de valor até R$ 11.000,00 (onze mil reais), bem como às unidades de discos magnéticos e ópticos, aos circuitos impressos com componentes elétricos e eletrônicos montados, aos gabinetes e às fontes de alimentação, reconhecíveis como exclusiva ou principalmente destinados a tais equipamentos, que observarão os seguintes percentuais:

I – redução de 95% (noventa e cinco por cento) do imposto devido, de 1o de janeiro de 2004 até 31 de dezembro de 2014;

II – redução de 90% (noventa por cento) do imposto devido, de 1o de janeiro até 31 de dezembro de 2015;

III – redução de 70% (setenta por cento) do imposto devido, de 1o de janeiro de 2016 até 31 de dezembro de 2019, quando será extinto.

§ 6o O Poder Executivo poderá atualizar o valor fixado no § 5o deste artigo.

§ 7o Os benefícios de que trata o § 5o deste artigo aplicam-se, também, aos bens desenvolvidos no País, que sejam incluídos na categoria de bens de informática e automação por esta Lei, conforme regulamento.” (NR)

“Art. 9o ……………………………………………………………….

Parágrafo único. Na eventualidade de os investimentos em atividades de pesquisa e desenvolvimento previstos no art. 11 desta Lei não atingirem, em um determinado ano, os mínimos fixados, os residuais, atualizados e acrescidos de 12% (doze por cento), deverão ser aplicados no Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Setor de Tecnologia da Informação, de que trata o § 18 do art. 11 desta Lei.” (NR)

“Art. 11. Para fazer jus aos benefícios previstos no art. 4o desta Lei, as empresas de desenvolvimento ou produção de bens e serviços de informática e automação deverão investir, anualmente, em atividades de pesquisa e desenvolvimento em tecnologia da informação a serem realizadas no País, no mínimo 5% (cinco por cento) do seu faturamento bruto no mercado interno, decorrente da comercialização de bens e serviços de informática, incentivados na forma desta Lei, deduzidos os tributos correspondentes a tais comercializações, bem como o valor das aquisições de produtos incentivados na forma desta Lei ou do art. 2o da Lei no 8.387, de 30 de dezembro de 1991, conforme projeto elaborado pelas próprias empresas, a partir da apresentação da proposta de projeto de que trata o § 1oC do art. 4o desta Lei.

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§ 6o ……………………………………………………………………..

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IV – em 20% (vinte por cento), de 1o de janeiro de 2004 até 31 de dezembro de 2014;

V – em 25% (vinte e cinco por cento), de 1o de janeiro até 31 de dezembro de 2015;

VI – em 30% (trinta por cento), de 1o de janeiro de 2016 até 31 de dezembro de 2019.

§ 7o Tratando-se de investimentos relacionados à comercialização de bens de informática e automação produzidos na região Centro-Oeste e nas regiões de influência da Agência de Desenvolvimento da Amazônia – ADA e da Agência de Desenvolvimento do Nordeste – ADENE, a redução prevista no § 6o deste artigo obedecerá aos seguintes percentuais:

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III – em 13% (treze por cento), de 1o de janeiro de 2004 até 31 de dezembro de 2014;

IV – em 18% (dezoito por cento), de 1o de janeiro até 31 de dezembro de 2015;

V – em 23% (vinte e três por cento), de 1o de janeiro de 2016 até 31 de dezembro de 2019.

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§ 11. O disposto no § 1o deste artigo não se aplica às empresas cujo faturamento bruto anual seja inferior a R$ 15.000.000,00 (quinze milhões de reais).

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