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Preços Inexequíveis

Como aplicar os critérios de preços inexequíveis, previstos no artigo 48 da Lei 8666 no Pregão Presencial? Saliento que o edital apenas menciona a inexequibilidade apurada através dos critérios do artigo 48. Serão desclassificadas as licitantes que já na proposta inicial não atenderem os critérios previstos no parágrafo 1º do artigo 48? 

Governador autoriza licitação para prolongamento da Via Expressa em Blumenau

O governador Raimundo Colombo assinou na noite de quarta-feira a autorização para lançamento do edital de licitação que vai contratar a empresa responsável pelo início das obras do prolongamento da Via Expressa (SC-108). O ato ocorreu na presença dos presidentes das principais entidades empresariais de Blumenau durante reunião fechada na

Selecionadas empresas para realizar duplicação da 290

Dois consórcios apresentaram as menores propostas para a duplicação dos lotes um e três, entre Eldorado e Pantano Foram anunciadas nessa quarta-feira, 6, os dois consórcios de empresas que apresentaram as menores propostas para a duplicação dos lotes um e três da BR-290, trecho que liga Eldorado do Sul a

Governo lança seis editais para reformas em edificações

O Governo do Estado abriu seis licitações para restaurar e fazer reparos em prédios administrativos e unidades prisionais em 11 municípios. As obras serão executadas em Cascavel, Pato Branco, Curitiba, Ponta Grossa, Guarapuava, Maringá, Campo Mourão, Umuarama, Londrina, Santo Antônio da Platina e Jacarezinho. Os editais completos podem estão disponíveis

A importância do princípio da publicidade no processo licitatório brasileiro

A Constituição Federal (artigo 37, caput) enuncia exemplificativamente os cinco princípios basilares da Administração Pública: legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. Analisar, de forma breve, a importância do princípio da publicidade no processo licitatório é a proposta do presente trabalho. INTRODUÇÃO Não há uniformidade entre os doutrinadores brasileiros quando se

Motivação de Cláusulas no Edital

Após leitura do edital, verificamos que a empresa contratada deverá retirar e transportar, as caçambas com o resíduo da obra, até o destino indicado pelo órgão licitante. Em procedimento licitatório é legal estar implícito a indicação dessa disposição? Isto não parece uma imposição do Órgão licitante, pois poderá haver outros locais para a disposição dos resíduos?

 

O Consórcio Move São Paulo, formado pelas empresas Odebrecht, Queiroz Galvão, UTC Participações e Eco Realty Fundo de Investimentos, venceu a licitação da Linha 6-Laranja do Metrô. O grupo foi o único a apresentar proposta para a Parceria Público-Privada (PPP). O resultado da licitação foi divulgado nesta quarta-feira (6).

O grupo terá seis anos para construir a linha, que deverá funcionar em 2020. A obra custará cerca de R$ 9,6 bilhões. Deste total, R$, 8,9 bilhões serão divididos entre consórcio (50%) e estado (50%), por meio de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

O governo de São Paulo gastará ainda R$ 700 milhões com as desapropriações de imóveis para a obra.

O consórcio vencedor, além de construir, também vai operar a Linha 6. Ela ligará a estação São Joaquim da Linha 1-Azul, na região central, à Vila Brasilândia, na Zona Norte de São Paulo. De acordo com o projeto, ao todo serão 15,9 quilômetros (incluindo pátio de manutenção) e 15 estações. A estimativa do governo é atender 634 mil passageiros por dia, em um percurso com tempo estimado em 27 minutos.

A linha foi anunciada pelo ex-governador José Serra (PSDB) em 2008, que afirmou que queria iniciar a obra em sua gestão – ele deixou o governo para disputar a Presidência em 2010. Após atrasos na contratação de projetos, o primeiro edital foi lançado apenas em 2013, e não teve interessados. Já a segunda tentativa, concluída nesta quarta, teve êxito.

“Nossa estimativa é de que a Linha 6 seja entregue em cinco anos, porque há uma cláusula no contrato que prevê remuneração maior ao consórcio em caso de antecipação da entrega. Existe esse incentivo financeiro que deve beneficiar a população”, afirmou o secretário dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes.

Trata-se da maior parceria PPP já feita pelo governo do estado, com custo previsto de R$ 22 bilhões ao longo de 25 anos. O valor considera, além dos investimentos na construção, as contrapartidas para operação do sistema: o edital prevê que o estado pague um valor anual para a concessionária para que ela faça a operação da linha.

O governo estipulou que pagaria, no máximo, R$ 606,812 milhões, e o valor proposto pelo consórcio foi de R$ 606,787 milhões. O desconto apresentado é de apenas R$ 24,8 mil ao ano em valores de hoje, 0,004% do que o estado previa gastar. Os pagamentos devem ser feitos a partir do sétimo ano de contrato, quando a linha já estará pronta e os trens em funcionamento.

Além desse pagamento pela prestação do serviço, a concessionária ficará com parte da tarifa paga pelos usuários da linha. A linha deve operar a partir de 2020.

O secretário dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, afirmou na quarta-feira (31) que a importância desta PPP está no fato de ser a primeira que já vai começar com o capital privado. Ele citou a Linha 4-Amarela, que foi construída pelo governo do estado, mas que passou a ser operada pelo Consórcio Via Amarela por meio de uma PPP.
Fracasso e desapropriações

Foi a segunda tentativa do governo do estado de conseguir um parceiro para construir a Linha 6-Laranja. O primeiro edital, em julho, não atraiu interessados. Após o fracasso, o governo mudou as regras e se propôs a bancar integralmente os R$ 673 milhões previstos para a realização de desapropriações e reassentamento das famílias. O primeiro edital previa que a concessionária pagaria pelas desapropriações e foi o principal motivo para afastar interessados, segundo o governo.

No segundo edital, o governo ainda alterou índices de inflação que serão usados para reajustar os pagamentos que serão feitos ao consórcio ao longo dos 25 anos da parceria. São índices como o INCC da FGV (Fundação Getúlio Vargas) que nos últimos anos teve variações maiores que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), previsto no primeiro edital e que é calculado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

O novo edital ficou disponível para as empresas interessadas entre os dias 13 de setembro e 30 de outubro. A licitação acontece na modalidade concorrência internacional. A concorrência é um tipo de licitação mais complexo e mais custoso, usada geralmente para obras de valores significativos e não para pequenas compras.

Cartel
A licitação ocorre em meio a uma investigação feita pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) de um suposto cartel no Metrô e na CPTM. O único consórcio que manifestou interesse em construir a linha não tem participação das empresas que estão envolvidas nos quatro contratos analisados pelo Cade em São Paulo. A Siemens, delatora do esquema foi uma das que não apresentaram proposta.

O secretário Jurandir Fernandes opinou que a falta de mais interessados na construção da Linha 6-Laranja não tem relação com a investigação.

(Fonte: G1)

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