Plano de voo: “Governo federal empenhado no 4G”

Em agosto, o DCI informou que o governo, via BNDES, irá financiar parte do pagamento das outorgas a ser feito pelas operadoras de telefonia no leilão 4G

 

 

Em agosto, o DCI informou que o governo, via BNDES, irá financiar parte do pagamento das outorgas a ser feito pelas operadoras de telefonia no leilão 4G. A novidade, agora, é que o governo também se move para subsidiar o custo da limpeza técnica, que tirará o sinal das TVs e rádios de sinal aberto e colocará no lugar equipamentos que transmitam a internet móvel de quarta geração, informou ontem a Reuters. Serão mais R$ 4 bilhões, totalizando R$ 12 bilhões. O leilão abrirá a frequência de 700 MHz e tem custo estimado em cerca de R$ 4 bilhões. Hoje, as teles operam o sinal de internet rápida, pela faixa considerada pouco nobre, de 2,5 GHz.

 

 

Destravado, pero no mucho

Com a finalidade de destravar o leilão do 4G, considerado pelas operadoras de telefonia pouco atrativo, os primeiros sinais de envolvimento do BNDES na transação foram dados antes da definição da data da licitação, marcada para o dia 30 de setembro. Mesmo com a clara demonstração de que parte dos quase R$ 8 bilhões em outorgas serão financiados dessa maneira, os players do setor ainda estão reticentes, graças ao ônus bilionário da chamada limpeza técnica, que, de acordo com o edital do certame, será de completa e exclusiva responsabilidade das teles.

 

 

Trocas de comando no Itaú e Bradesco

Os dois maiores bancos privados brasileiros passarão por um processo de sucessão quase que simultâneo nos próximos anos. O presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, e Roberto Setubal, à frente do Itaú Unibanco, estão perto de completar a idade limite estabelecida em seus respectivos estatutos, segundo a Agência Estado. Nenhuma decisão foi tomada ainda, mas o assunto é polêmico no Itaú: Setubal preside a instituição há 20 anos e já postergou sua saída uma vez. Além de um novo adiamento não ser descartado, a gestão do banco será compartilhada.

 

 

FHC e Fraga debatem política econômica

O almoço-debate do grupo Lide em torno do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e do ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga, tem como tema “Uma agenda econômica viável para a retomada do crescimento brasileiro”. A expectativa é que as propostas dos candidatos ao próximo mandato no Palácio do Planalto sejam o centro do debate. Especialmente a polêmica em torno da autonomia dos diretores do Banco Central. O debate, neste dia 22, na capital paulista, será mediado por João Dória Jr, presidente do Grupo de Líderes Empresariais.

 

 

O jornalista, escritor e autor de algumas das mais famosas biografias de brasileiros, Ruy Castro, é o convidado do próximo encontro do Primeira Página, no próximo dia 23, no teatro Tuca, na capital paulista. O programa, que já recebeu Ferreira Gullar, Adelia Prado e Ruth Rocha, criou um espaço contínuo de apreciação da literatura brasileira. “A ideia é construir um espaço onde os apaixonados pela literatura possam se identificar, e despertar em novos leitores o desejo de apreciar autores brasileiros”, diz Clovis Torres, coordenador do programa. /Colaborou: Amauri Vargas

 

(Fonte: DCI)

Aproveite todas as licitações públicas em um só lugar!