Manutenção da BR-262 vai custar R$ 17,2 milhões

Em 2012, o Dnit chegou a licitar a contratação de empresa para executar esse projeto, orçado em R$ 140 milhões

 

A empresa Allianza Infraestruturas do Brasil, instalada no Rio de Janeiro, venceu a licitação pelo valor de R$ 17,2 milhões para fazer a manutenção da BR-262, no trecho de Três Lagoas a Campo Grande. O resultado do pregão eletrônico foi publicado no Diário Oficial da União de sexta-feira, 9. Segundo o engenheiro do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (Dnit), Milton Rocha Marinho, o contrato começa a vigorar dentro de aproximadamente 30 dias.

 

Para evitar que a rodovia fique mais tempo sem manutenção, até este prazo, Marinho disse que uma operação tapa-buracos estava prevista para começar ontem, para melhorar as condições de tráfego na rodovia, principalmente entre Três Lagoas e Água Clara.

 

“Queremos ver se até sexta-feira, retiramos a situação de precariedade em que a rodovia se encontra hoje”, adiantou. “A última recuperação que tivemos no trecho de Água Clara a Campo Grande foi em 2006”, informou.

 

O novo contrato não prevê restauração da BR. “O contrato atual não é capaz de atender as necessidades da rodovia, uma vez que ela não foi restaurada. Embora seja um contrato de manutenção é bastante robusto e, além de melhorar as condições de trafegabilidade da rodovia, vamos conseguir recuperar os acostamentos, bem como fazer reparos localizados também e alguns recapeamentos em certos trechos”, informou.

 

Já o contrato de restauração da BR, que inclui a criação de terceiras faixas, entre outras melhorias na rodovia, segundo Marinho, ainda não tem uma previsão para ser licitado. Em 2012, o Dnit chegou a licitar a contratação de empresa para executar esse projeto, orçado em R$ 140 milhões. A empreiteira iniciou os trabalhos e chegou a recuperar 30 quilômetros de asfalto. No entanto, o contrato foi rescindido. “O projeto está pronto, mas não sabemos quando vai ser contratado, até pela situação em que se encontra o País em relação à crise financeira. Talvez para o ano que vem possa ser aberta licitação”, disse Marinho.

 

(Fonte: JPTL)

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