Licitação foi concluída, mas não há data de retomada das obras

03 de Julho de 2018

A licitação para retomada das obras do imóvel do Programa Saúde da Família (PSF) do Residencial Marechal Rondon foi concluída. A Secretaria Municipal de Administração informou que a empresa vencedora do certame foi a Construtora São Lucas, no entanto, o processo ainda segue os trâmites legais para publicação e contratação, por isso não é possível precisar uma data para o início das obras.

Nos últimos anos, a população de Rondonópolis tem acompanhado o abandono e desperdício de dinheiro público em obras inconclusas, espalhadas por vários cantos da cidade. Em uma das áreas de maior necessidade, a saúde, são as reformas e construções de Programa Saúde da Família (PSF) ou Unidades Básicas e Saúde (UBS), que inspiram maior atenção.

O anúncio da construção do PSF no Residencial Marechal Rondon foi dado ainda em 2013, quando o Ministério da Saúde garantiu a liberação de quase R$ 4 milhões para a construção de sete novos postos de saúde e para a reforma de outras unidades. O prazo máximo de conclusão e entrega das obras era em 18 meses. A Rua Ailton A. de Santana, quadra 36, s/n, no Marechal Rondon, foi o endereço escolhido para abrigar o posto.

Contudo, a licitação para construção das novas unidades de saúde foi concluída apenas no final de 2014, com a emissão da ordem de serviço naquele período. A empresa MXM Projetos e Construções ficou responsável inicialmente pela construção das unidades do Marechal Rondon, Vila Goulart (Parque das Águas) e Dom Osório. Na placa de construção do PSF do Marechal Rondon constava que o valor direcionado ao projeto era da ordem de R$ 391 mil.

Contudo, com o tempo vieram as más notícias. Em janeiro de 2016, o Município comunicou que a morosidade do Governo Federal em realizar os primeiros pagamentos pelos serviços de construção dos PSFs em questão levou a MXM Construtora, vencedora da referida licitação, a solicitar o cancelamento do contrato para a continuação das obras. A empresa chegou a iniciar as obras dos prédios, mas, em função do problema, o distrato foi efetivado pelo poder público.

Fonte: A Tribuna

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