Governador confirma que licitação do Hospital Metropolitano está próxima

O governador Renan Filho enfatizou, em entrevista de rádio ao jornalista França Moura, que uma das prioridades de seu governo é a saúde. Não poderia ser diferente, disse o chefe do Executivo estadual, “pois é a prioridade do povo e tem que ser prioridade também para o Governo”. Nesta sexta-feira, 13, Renan Filho explicou que os hospitais de pequeno porte devem mudar seu perfil e sobre o assunto notícias boas virão por aí, a liberação das licitações para a construção do Hospital Metropolitano e de uma nova maternidade está por vir.

 

Renan Filho tem sido informado quase que em tempo real da situação dos hospitais do interior do Estado. A secretária de Estado da Saúde, Rozângela Wyszomirska, tem percorrido as unidades localizadas nos municípios para obter um panorama real do que o Estado dispõe e o que pode ser melhorado.

 

“Ela [secretária Rozângela] já esteve em Água Branca, Delmiro Gouveia, Santana do Ipanema. Estive com ela na Unidade de Emergência do Agreste [Arapiraca]; e ontem [quinta-feira, 12] estive com ela em Murici. Vamos nesta próxima semana a Rio Largo, União dos Palmares, Porto Calvo e Penedo, porque estes hospitais do interior precisam ter seu perfil modificado para atender a mais gente”, adiantou o governador.

 

Sobre os hospitais de pequeno porte, o governador explicou que não há atraso de repasses estaduais no que diz respeito à gestão atual. Neste sentido, o que existe de concreto é um atraso referente aos valores deixados em aberto do ano passado, o que agrava a situação de alguns municípios, como Viçosa, que assim como os demais, têm passado por dificuldade financeira.

 

Pagamentos atrasados

“Nós não temos ainda o orçamento aprovado e muitos prefeitos cobram o pagamento dos atrasados do ano anterior. O governo anterior deixou muitos convênios em atraso. Ontem mesmo constatei em Murici, que há mais de seis meses não era pago. De forma que vamos resolver isso, reestruturar”, ressaltou Renan Filho.

 

O recurso que os hospitais de pequeno porte recebem do governo federal não garante o atendimento em 100%. Entretanto, reforça o governo, “temos que manter os serviços funcionando. Todos devem cumprir seu papel. E estamos ajudando os municípios. A prefeita Célia Rocha [Arapiraca] veio aqui, o prefeito de Maceió também veio para pedir uma antecipação de recursos e foi garantido, ou seja, é preciso provocação e estamos cumprindo nosso papel para que a Saúde avance”.

 

Para garantir o avanço almejado pelo Executivo, Alagoas vai poder dispor de dois equipamentos de grande importância, um novo hospital na capital e uma nova maternidade para desafogar a Maternidade Escola Santa Mônica.

 

“Vamos nos próximos dias anunciar duas boas notícias, liberar as licitações para o Hospital Metropolitano de Maceió e para a construção de uma maternidade de baixo risco. Isso vai ajudar muito. O hospital será no Benedito Bentes e a maternidade na parte baixa da capital. A construção de um novo hospital na capital é a materialização de nosso discurso, com praticamente o mesmo número de leitos do HGE e para atender a saúde da mulher e obstetrícia de um modo geral. Com o hospital na parte alta, vai se poder atender além das localidades, mas os municípios também”, concluiu o governador Renan Filho.

 

A dedicação pela saúde pública é mais uma marca que Renan Filho deseja criar. Como tornar realidade os projetos? O gestor lembrou de sua visita ao ministro da Saúde, Arthur Chioro, na semana passada, o que justifica tamanho otimismo.

 

“Estivemos com o ministro Chioro [Arthur, da Saúde] apresentando todos estes projetos e o ministro garantiu recursos. E ainda mais, por conta do orçamento impositivo proposto pelo governo federal, 50% das emendas parlamentares tem que ser destinadas a saúde. Isso faz com quem o governo tenha, pelo menos, mais R$ 100 mil em investimentos para fazer na Saúde. E vou preparar o Estado para que o Estado esteja pronto para receber estes recursos. Assim poderemos mudar a cara da rede de atendimento da Saúde. O que temos no Estado é uma rede muito pequena, e sendo assim, faremos duas coisas, fazer funcionar o que já existe e em um segundo momento ampliar esta rede”, completou o governador.

 

(Fonte: Tribuna Hoje)

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