ESTADO ANUNCIA ECONOMIA DE R$ 1,1 BI EM SETE ANOS

Secretaria de Administração divulgou economia de R$ 1,1 bilhão em gastos com a máquina pública nestes sete anos de gestão do governador Jaques Wagner; segundo a pasta, contenção nas despesas é resultado de ‘combate ao desperdício, planejamento de compras anuais por unidade administrativa, aquisição via Registro de Preços (RP) e ações de correição funcional’; “Objetivo não é meramente cortar gastos, mas criar uma cultura de qualificação das despesas, para obter o máximo com o menor custo”, diz o secretário Edelvino da Silva

 

A Secretaria de Administração do Estado (SAEB) divulgou nesta terça-feira (15) economia de R$ 1,1 bilhão em gastos com a máquina pública nestes sete anos de gestão (dois mandatos consecutivos) do governador Jaques Wagner (PT). Apuração foi feita pelo ‘Programa de Qualidade do Gasto Público – Compromisso Bahia’, que computa, ano a ano, ‘as reduções consolidadas em despesas com itens de custeio e supressão de inconformidades na área de recursos humanos’.

 

Segundo a secretaria, contenção nas despesas é resultado de ‘combate ao desperdício, planejamento de compras anuais por unidade administrativa, aquisição via Registro de Preços (RP) e ações de correição funcional’.

 

Economia, de acordo com a pasta, tem sido transformada em investimentos nas unidades onde o gasto foi requalificado, tanto na estruturação dos órgãos para melhoria da prestação de serviços, quanto no incremento da política salarial do funcionalismo.

 

“O objetivo não é meramente cortar gastos, mas criar uma cultura de qualificação das despesas, para obter o máximo com o menor custo”, diz o secretário da Administração, Edelvino da Silva Góes Filho.

 

Só em custeio, foram qualificados, entre novembro de 2007 e abril deste ano, R$ 561,5 milhões. Deste valor, mais de R$ 160 são referentes à economia pela utilização da sistemática de Registro de Preços pela Saeb e outras secretarias.

RP é uma forma simplificada de contratação desenvolvida para racionalizar as contratações de serviços e compras de materiais, que tenham consumo frequente pela máquina administrativa do Estado, garantindo propostas mais vantajosas, além de eliminar a necessidade de estocagem.

 

Já a requalificação dos gastos resultante da modernização das licitações, realizadas para aquisição de bens e serviços de uso comum e nos contratos de serviços terceirizados, economizou mais de R$ 220 milhões.

 

O contrato do Estado com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), com o foco na pesquisa de preços de produtos e serviços, vigente desde 2010, é responsável por assegurar contratações públicas dentro de preços máximos referenciais de mercado, facilitando as negociações com os fornecedores. O resultado desta parceria, contabilizado até abril último, foi uma economia em compras e licitações da ordem de quase R$ 450 mil.

 

(Fonte: Brasil247)

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