Construção de Cuca na Lagoa do Opaia fica para o segundo semestre

Somente no mês de fevereiro, mais de quatro mil vagas para oficinas, cursos de formação e práticas esportivas são oferecidas nos três Cucas em funcionamento em Fortaleza: Barra do Ceará (SER I), Mondubim (SER V) e Jangurussu (SER VI). Apesar da abrangência, a expectativa – e promessa da atual gestão – é da efetivação da construção de outros três Cucas nas demais Regionais.

 

Com isso, a Rede Cuca contaria com seis equipamentos, um em cada Regional da Capital. A promessa foi iniciada ainda na primeira gestão da ex-prefeita Luizianne Lins (PT), entre 2005 e 2008.

 

Segundo a secretária da Coordenadoria de Políticas da Juventude da Prefeitura, Débora Jamaica, há um financiamento em negociação – e com expectativa de assinatura até o meio do ano – junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Esse investimento seria destinado ao programa ProRedes Juventude e Saúde, incluindo a construção de cinco policlínicas e dos três Cucas restantes, contando ainda com contrapartida da Prefeitura.

 

O primeiro a ser construído quando o financiamento se concretizar será na Lagoa do Opaia, no bairro Vila União (SER IV). A localização dos outros dois ainda está sendo negociada, segundo Débora, mas o Pici (SER III) e a Cidade 2000 (SER II) são as áreas potenciais. A Universidade Federal do Ceará (UFC) inclusive já anunciou parceria com a Prefeitura para a implantação de um Cuca, informando, inclusive, que o início da construção seria este ano.

 

Para o Cuca da Lagoa do Opaia já existe projeto executivo sendo feito e a ideia é que a licitação comece ainda este semestre, com as obras tendo início em setembro ou outubro, afirmou Débora Jamaica. Os demais equipamentos ainda não têm perspectiva de execução, segundo a atual titular da coordenadoria.

 

Os cursos da Rede Cuca são destinados para os jovens entre 15 e 29 anos, mas muitas atividades são abertas à comunidade. Lara Vieira, presidente do Instituto Cuca, explica que há muita procura e experimentação por parte dos jovens. E, além da abertura para a população em geral, existem ações específicas nas comunidades do entorno e cessão de espaço para grupos diversos, cita Lara. (Samaisa dos Anjos)

 

(Fonte: O Povo)

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